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terça-feira, 23 de outubro de 2007

PILOTOS DE NOVO PROGRESSO COMEMORAM DIA DO AVIADOR




No dia 23 de outubro comemoramos o Dia do Aviador porque foi nesta data no ano de 1906 que Santos Dumont, o grande inventor brasileiros levantou vôo com o seu "14 Bis". Foi o primeiro vôo de um aparelho mais pesado que o ar. Era o princípio da aviação, o meio mais rápido e arrojado de locomoção conseguido pelo homem.
De 16 a 23 de outubro transcorre a Semana da Asa.
Os pilotos de avião de Novo Progresso fizeram sua comeração com fogos, e vôos rasantes pela cidades, fazendo inclusives lindas manobras.
parabéns a todos os pilotos.

Queimadas e desmatamentos "afetaram" a imagem internacional de MT

O governador Blairo Maggi disse nesta segunda-feira, ao fazer avaliação de sua viagem internacional, que Mato Grosso precisa mostrar ao mundo de maneira mais clara e transparente como vem conduzindo suas relações comerciais e de que forma o estado está buscando alternativas que garantam o desenvolvimento econômico aliado a práticas sustentáveis. Em outras palavras, as notícias sobre desmatamentos e queimadas afetaram duramente o Estado. Da mesma forma, segundo ele, as questões envolvendo o manejo e a manipulação dos produtos que integram a pauta de exportação, como a própria madeira e também a carne.
Maggi disse ter notado que as informações ambientais chegam à Europa “de forma bastante equivocadas e distorcidas”. Segundo ele, o que é ruim ganha destaque especial e com a intenção de brecar a força de produção da agricultura brasileira. “Sabemos que há um movimento sendo feito para que o Brasil fique fora do mercado da carne, uma das principais pautas de exportação. As exigências têm sido cumpridas, mas as pressões são constantes. Por isso, cabe ao Estado e ao Brasil continuar conduzindo sua produção de forma ainda mais clara e transparente para rebater as informações distorcidas” – apontou.
A primeira escala de Maggi foi justamente na Rússia, que importa do Brasil a maior parte da carne consumida no País, sendo que a suína, 70% é importada de Mato Grosso. O país russo está programando investimentos para os próximos dez anos de aproximadamente US$ 40 bilhões, fortalecendo a economia agrícola, uma vez que a pauta de produção está basicamente concentrada no petróleo e gás. Os russos enfrentam uma série de medidas burocráticas que acabam por afetar as relações comerciais exteriores, segundo Maggi “Se aqui achamos que existe muita burocracia, na Rússia é muito mais” – disse.
Perceptivo, Maggi deixou claro que quer efetivar uma proximidade maior, de um convívio mais estreita nas relações comerciais” com os empresários da Rússia. Ele ainda reforçou a necessidade de desfazer algumas idéias errôneas e equivocadas perante o que é divulgado e recebido pela comunidade russa.
“O mercado é bastante competitivo e essas informações chegam de outra forma e os exportadores brasileiros enfrentam algumas dificuldades para negociar com a Rússia. O país vive um momento político, há forte oposição dos parlamentares às importações russas e para isso necessitamos estreitar mais as relações, pois a Rússia, mesmo com os investimentos programados para fortalecer a produção de carnes, de qualquer forma ainda será um mercado bastante atraente para o Brasil, já que eles não têm auto-suficiência na produção de fertilizantes, por exemplo,”.
Maggi fez referência ainda a Feira de Anuga, na Alemanha, país que integrou a escala da viagem internacional. Ele lembrou que a participação do Brasil nessa feira era pífia há mais de dez anos e hoje, quem visita a feira, que a cada ano é realizada na Alemanha e França, com alternações, cresceu consideravelmente, e nela nosso País tem a oportunidade de participara de forma bastante efetiva. “Os contatos que fizemos foram bastante promissores e pudemos ver que há mercado para todos participarem, de forma profissional” - ressaltou Maggi ao falar do apoio que o Ministério das Relações Exteriores fornece aos participantes na divulgação e nos contatos.
“Acredito que no próximo ano temos que ampliar e reforçar ainda mais a participação do país nessa feira, para sentir o quanto temos responsabilidade em sustentar esse mercado de forma correta. Nossos produtores e empresários precisam sentir mais de perto para avaliar a importância de como devemos conduzir com competência e responsabilidade, pois dessa postura dependem uma série de pessoas, de uma cadeia que se movimenta para garanti esses mercados. Contatos importantes e espaço para crescer ainda mais” – comentou.
Uma comissão européia chega ao Brasil no início do próximo mês para analisar o mercado agrícola em quatro estados – Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. “A comissão européia vai analisar o que há de errado. Temos que tomar cuidado e preocupa-me como esse relatório será repercutido na Europa, pois não é somente a relação comercial, mas também o que ocorre na área trabalhista e ambiental”, afirmou o governador ao comentar que a sustentabilidade na agricultura foi pauta de um encontro promovido pela Universidade de Wageningen, na Holanda, onde também participaram representantes da Embrapa e Ministério da Agricultura.
A chancelaria do Ministério das Relações Exteriores junto à Comunidade Européia, na Bélgica, propôs ao Governo do Estado a realização no próximo ano da Semana de Negócios de Mato Grosso, para divulgação das potencialidades mato-grossenses em diversas áreas. Na avaliação do secretário Extraordinário de Projetos Estratégicos, Clóves Vettorato, representantes de Mato Grosso tem que atuar como "caixeiros viajantes" para mostrar como o Estado vem conduzindo suas ações comerciais e ambientais.
Fonte: 24 Horas News - Rubens de Souza

CRIMES EM SÉRIE CONTRA VIDA E CONTRA O PATRIMÔNIO, CONSUMADOS E TENTADOS, OCULTAÇÃO DE CADÁVER E FALSIDADE IDEOLÓGICA.

Foto: Rede Globo
È acusado de ter assassinado pelo menos nove pessoas. Os crimes ocorreram entre os anos de 2001 a 2005 na cidade de Alta Floresta (MT). Cláudio achava suas vítimas nos locais ermos e escuros da cidade onde os casais escolhiam para namorar. Ele andava armado, se escondia pelo mato e usava uma lanterna para iluminar a escuridão. Como ninguém sabia da identidade de Cláudio, ele ficou conhecido como o “Maníaco da Lanterna”. Ele aproveitava da distração dos casais para atacar. Ele atirava primeiro nos homens e depois nas mulheres. Quando eles não morriam com os tiros, Cláudio ainda se utilizava de pedaços de pau que encontrava pelo caminho para finalizar o crime. Cláudio era andarilho e vivia pelo mato sempre carregando várias sacolas plásticas presas a uma bicicleta. O primeiro casal foi atacado em abril de 2001 enquanto namoravam dentro do carro próximo a uma estrada afastada. A mulher foi morta e o homem conseguiu fugir. Ele foi perseguido por Cláudio, mas conseguiu escapar e chamou a policia. No local do crime, o maníaco deixou um bilhete onde estava escrito: “Toma Traidora”. Em outro ataque, o Cláudio matou uma mulher e sumiu com o corpo dela, que nunca foi encontrado. Depois de vários assassinatos, a polícia conseguiu localizar e prender o maníaco em abril de 2002. Cláudio confessou todos os crimes e disse que matava porque ouvia a voz do demônio. Em janeiro de 2003, oito meses depois de ter sido preso, ele fugiu com mais nove detentos da cadeia pública de Alta Floresta. Cláudio continuou pela cidade e voltou a atacar. Desta vez, a vítima foi uma estudante que foi assassinada dentro de casa. A cidadezinha do interior do Mato Grosso ficou em polvorosa com a volta do maníaco. Nos anos de 2004 e 2005 duas adolescentes, uma de 15 e outra de 16 anos, desapareceram próximas a um clube da associação de moradores. Perto dali, foram encontrados objetos e um chumaço de cabelo do maníaco. Cláudio é acusado de assassinar pelo menos nove pessoas e três mulheres continuam desaparecidas. Cláudio de Souza, vulgo Peninha, está foragido, segunda as informações de populares, ele pode está em Castelo de Sonhos.


FONTE: Castelo Notícias: Douglas Araújo

PARABÉNS FABIANA BATISTA

Venho aqui fazer uma homenagem a está amiga.. que aprendi admirar.... a respeita... foi uma grande parceira duarnte o meu curso de Técnico Agropecuária..... quando morei em Itaituba.. uma pessoa que merece toda a felicidade do mundo.. ao lado do seu esposo meu amigo Marcelo.... Fabiana com certeza a mamãe do ano.... felicidades amiga...
FELIZ ANIVERSÁRIO.... QUE VOCÊ SEJA MUITO FELIZ...


FELICIDADES FABIANA!!!!!!!!

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

PREFEITURAS ALEGAM FALTA DE ESTRUTURA PARA REMOVER PACIENTES PARA HOSPITAL REGIONAL

Secretários de Saúde dos 18 municípios que compõem a região oeste do estado do Pará estiveram reunidos durante os dias 16 e 17, nas dependências do Barão Center Hotel, para discutir o plano de gestão do Hospital Regional Público do Oeste, que atualmente passa por um demorado processo de funcionamento. Segundo o secretário de Saúde Halmélio Sobral, a iniciativa da Sespa é fazer com que os serviços prestados pelo hospital sejam realizados de forma compartilhada e não sobrecarregue os hospitais pólos da região, como o Municipal de Santarém.
Durante o encontro, Halmélio ouviu as principais demandas dos 18 secretários municipais de Saúde da região, que revelaram que estas cidades não dispõem de mecanismos básicos para atender a população. Serviços de transporte como ambulância, ambulanchas e carros para a realização das campanhas de endemias são as principais reivindicações. De acordo com o secretário, os clamores dos municípios foram ouvidos e de maneira responsável serão resolvidos.
Além disso, a Sespa quer implantar um sistema de gestão no Hospital Regional que faça com que o serviço dispensado à população não seja tumultuado, como está acontecendo com o Metropolitano. "Estamos apreensivos com o que está acontecendo com o Metropolitano, uma vez que ele foi inaugurado de forma errônea sem antes criar um modelo de organização para que os pacientes não se amontoassem em frente ao prédio em busca de atendimento", disse Halmélio, reforçando a idéia de que as secretarias de Saúde devem informar aos pacientes de que somente podem ser recebidos no hospital aqueles que estiverem com suas consultas agendadas na Central de Atendimento.
O Regional está atendendo diariamente cerca de 150 pessoas, mas o número deve aumentar gradativamente para 250 por dia. Segundo o secretário estadual, serão iniciados a partir de novembro os serviços de cirurgias eletivas, fazendo com que 30% dos leitos do hospital comecem a funcionar. Contudo, os serviços de oncologia deverão ser ainda avaliados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) e poderá ser ofertado à população somente à partir de junho de 2008. "Tem que ser colocado para funcionar aos poucos, caso contrário teremos uma explosão na área da saúde", argumenta Sobral.
O secretário explicou que a Sespa está pedindo o respaldo jurídico do Ministério Público Estadual, que pediu o funcionamento imediato do Hospital. "Queremos que o MPE entenda que não é tão fácil colocar um hospital de grande porte para funcionar rapidamente. Por isso lembramos que não adianta ter um enorme complexo de atendimento se não contratarmos mão-de-obra qualificada e treinada para manusear máquinas com tecnologias avançadas para não comprometer o atendimento da população", explica.
Além disso, a reunião tratou de situações que fazem com que os hospitais municipais considerados pólos na região fiquem superlotados, como é o caso de Santarém. Segundo Halmélio, os municípios que enviam pacientes para os pólos deverão arcar com as despesas de sua internação e dos serviços prestados por aquele que o recebeu, fazendo com que o dinheiro dispensado ao município pólo não falte. "O dinheiro enviado para cada município é de acordo com o número populacional, por isso, Santarém não tem como atender todos os doentes de municípios vizinhos sem ter uma contrapartida de recursos", disse o secretário.
Paulo Leandro Leal
Repórter
O Estado do Tapajós

Novo superintendente assume após saída de Aquino por ordem judicial


O superintendente regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Santarém, Pedro Aquino, foi afastado do cargo por decisão liminar concedida na quarta-feira, 17, pelo pelo juiz federal substituto da 5ª Vara, Antonio Carlos Almeida Campelo, que responde pela Subseção Judiciária de Altamira.
Além de Aquino, foram afastados Sílvio Carneiro de Carvalho, superintendente-adjunto; Bruno Lourenço Kempner, executor de Altamira; Luiz Edmundo Leite Magalhães, chefe da Divisão de Desenvolvimento; e Dilton Rego Tapajós, chefe da Procuradoria Jurídica. Todos eles também tiveram quebrados seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.
Na última sexta-feira, 19, o Diário Oficial da União publicou portaria nomeando o acreano Raimundo de Araújo Lima, 49 anos, para dirigir interinamente o Incra durante o afastamento de Aquino por 60 dias, segundo a liminar judicial. O novo superintendente também acumulará a função de diretor de Programas da presidência do Incra.
A questão dos assentamentos começou a virar uma caso de Justiça em 24 de agosto passado, quando o juiz federal Francisco de Assis Garcês Castro Júnior, da Subseção de Santarém, determinou a interdição de 99 projetos implementados pelo Incra na região oeste, a partir de 2005 até este ano. “Os projetos foram criados sem qualquer política efetiva de implementação, conforme se constata no clamor das reivindicações de importantes entidades representativas dos trabalhadores rurais. Verificou-se que tais projetos não atendem a uma autêntica demanda de potenciais clientes da reforma agrária. São antes resultado da pressão do setor madeireiro junto às esferas governamentais, que vislumbram nos assentamentos um estoque de matéria-prima cujo manejo é objeto de um licenciamento mais rápido, devido ao valor social que seu manejo representa, em tese”, alegou o Ministério Público Federal, em pedido que foi acolhido pelo Poder Judiciário.
Segundo o MPF, levantamento do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) estimou que 15% da floresta derrubada na região em 2004 situavam-se em assentamentos da reforma agrária. No caso dos projetos investigados pela procuradoria da República em Santarém, verificou-se que vários assentamentos estão sobrepostos a unidades de conservação. Entre as unidades afetadas está, por exemplo, o Parque Nacional da Amazônia, área de proteção integral em Itaituba que não permite nenhuma ocupação humana.
O juiz federal destaca que admitir a regularização da posse das “populações tradicionais” por meio de projetos de assentamentos, ainda que de caráter coletivo (PDS), mas sem licenciamento ambiental, abriria as portas para o desrespeito ao dever constitucional de “preservar o meio ambiente para futuras gerações, pois as práticas tradicionais, como assinalado, é que têm servido de fator operativo de degradações ambientais de intensa gravidade”.


Fonte: O Liberal

sábado, 20 de outubro de 2007

TRABALHADORES SEM TERRA ACAMPAM EM ALTAMIRA, SANTARÉM E FECHAM A TRANSAMAZÔNICA

Há quatro dias, cerca de 800 trabalhadores, clientes da Reforma Agrária estão acampados em Altamira – Pará. Parte da caravana de assentados foi para Santarém e estão acompanhando as negociações de perto. Em Altamira, depois das negociações junto ao Banco da Amazônia na terça feira, foi protocolada ontem a entrega de um documento ao Procurador Marco Antônio Delfino de Almeida, que se recusou em receber a comissão por ele mesmo sugerida. Os agricultores conseguiram apenas entregar o documento com as reivindicações. Na madrugada de hoje, a caravana se dirigiu a Rodovia Transamazônica, na saída de Altamira no sentido Itaituba, km 4, onde se encontra interditada pelos assentados e só será liberadas depois dos resultados da audiência que será realizada hoje, as 05:00 horas da tarde em Santarém. Indignados, eles exigem que o governo federal resolva os problemas ocasionados aos agricultores familiares, gerados pela medida tomada pelo Ministério Publico Federal que cancelou 99 projetos de assentamentos no dia 24 de agosto, entre outras reivindicações, cobram do INCRA a retomada imediata do Programa de Reforma Agrária. Em ato público, os assentados aproveitaram a oportunidade para dizer ao Ministério Público Federal que eles existiam de fato e que não são fantasma, fazendo uma referência a uma declaração feita pelo procurador da república Felipe Fritz Braga, de Santarém que declarou que os nomes das pessoas na lista de assentamentos eram fantasma. Coordenado pela Federação dos Trabalhadores na agricultura, Carlindo Silva, Coordenador regional, vários momentos marcam o evento até agora, além das falações e encaminhamentos gerais de lideranças e trabalhadores rurais, ficou claro que a punição pesou para os assentados, “se existem erros, que sejam punidos quem errou e não os trabalhadores; Se o Ministério Público entende que só pode ser feito assentamento com toda a infra - estrutura, que movam ação contra as instituições responsáveis cobrando condições”. Com os microfones abertos para os assentados se pronunciarem como quisessem, a indignação ficou ainda mais evidente: “Somos um povo sofredor; não somos nós que temos que pagar a conta”; “estamos sentindo a possibilidade de não podermos mais plantar, porque não temos a terra, e nem créditos; se eles existem, não são pra nós”; “se não podemos derrubar para plantar qual a saída técnica pra gente continuar produzindo sem destruir” queremos viver com dignidade e por isso vamos lutar da maneira que for preciso”, ”o problema ambiental historicamente é fruto da ineficiência de todos os governos federais”. Em Santarém, através de uma nota, divulgada pela Agencia Amazônia o Ministério Público Federal, já disse que irá elaborar uma lista de assentamentos que serão beneficiados pela regularização, sob a orientação dos Procuradores, os assentamentos que terão prioridades, serão aqueles que são destinados as comunidades tradicionais e trabalhadores rurais. Os assentamentos destinados as atividades madeireiras serão os últimos. O Ministério Público Federal afirmou que o INCRA acenou com o compromisso de corrigir todas as irregularidades encontradas. Ainda em nota, diz que o INCRA já garantiu no orçamento cerca de R$ 3 milhões de reais a ser executado ainda este ano para financiar trabalho de campo, visitas as famílias nos assentamentos cancelados nos municípios do Baixo Amazonas e na BR 163. Após as correções, os assentamentos serão considerados regulares e o INCRA poderá dar seqüência às atividades. O acordo é a única saída e deverá ser formalizado por meio de um termo entre o INCRA e o Ministério Público Federal.Na avaliação das lideranças, essa não é a primeira e nem a última vez em que a classe trabalhadora precisa reunir forças para garantir seus direitos e que os resultados já estão sendo bastante positivos, porém é preciso ficar vigilantes.
Arildo Mardegan - FVPP